PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A LINHA OPALA

 

 

                                                O que normalmente ocorre entre os opaleiros são dúvidas em relação a detalhes e modelos, então, para esclarecer um pouco, vão aí as diferenças entre os modelos, de 1969 a 92:

 

Linha 69-70

 

- Tinha grades "finas" e com um emblema "Chevrolet" no lado esquerdo;

- Possuía calotas diferenciadas dos modelos mais novos;

- Apenas na versão 4 portas.

- O bow tie vinha acima, na grade, era um emblema verde, com a gravatinha dourada dentro;

- A versão Standard vinha sem o rádio e relógio eletrônico, já a versão de luxo vinha com esses itens;

- O emblema 3800 e 2500 ficava no pára-lama esquerdo e o "Opala" ficava quase junto à lanterna traseira, no lado esquerdo também;

- A versão 2500 tinha potência bruta de 80 cv a 4500 RPM, chegava aos 165,7 km/h e acelerava de 0-100 em 13,3s;

- A versão de 6 cilindros 3800 tinha uma potência bruta de 125 cv, chegava a 182,6 km/h e acelerava de 0-100 em 11,9s.

 

Linha 71-74

 

- Ocorrem muitas inovações nesses modelos, o Opala ganhava a versão Coupé, SS e Gran Luxo;

- O SS tinha grandes diferenças como: rodas esportivas de aro 14, volante em madeira com 3 raios e "SS" escrito no botão da buzina, conta-giros no painel, relógio elétrico no console, câmbio com 4 marchas no assoalho, desembaçador nos pára-brisas, diferencial auto-blocante, bancos individuais e opção de ar-condicionado e rádio;

- Disponível em 71 apenas na versão 4 portas e a partir de 72 apenas na versão Coupé;

- O Gran Luxo também vinha com a opção do rádio e ar-condicionado;

- Tinha uma grade diferenciada com o bow-tie em um emblema vermelho,

- Tinha um emblema "Gran Luxo" nos pára-lamas.

- Nessa linha ainda tínhamos o modelos "Especial", que era a opção Standard da linha.

 

Linha 74-80

 

                                                Ocorre a primeira reestilização do Opala e o motor 4 cilindros vinha com 90cv. Entre as mudanças estéticas o que mais chama a atenção são:

- Capô com víncos acentuados;

- Nova grade;

- Lanternas traseiras redondas duplas.

 

                                                É nesse ano que surge a luxuosa versão Comodoro e a Caravan. O Comodoro contava com itens como: ar-condicionado, câmbio automático e direção hidráulica, e a Caravan contava com um porta-malas de 380 lítros. A linha Opala/Caravan ainda contava com a linha "De luxo" que era a versão Standard da época.

 

                                                Em 1976 o Coupé ganha a versão 250-S com um carburador de corpo duplo e ainda nessa época é introduzido o câmbio overdrive, que contava com uma 4ª marcha mais longa diminuindo o consumo e combustível.

 

                                                Em 1976, também, o Comodoro ganha a versão 4 cilindros, em contra partida, os itens antes oferecidos de série são opcionais.

 

                                                Em 78 a Caravan ganha a versão SS, que contava com faróis auxiliares, retrovisores esportivos da cor do veículo e as famosas faixas pretas.

 

Linha 80-84

 

                                                Ocorre a 3ª estilização do Opala, surgem as lanternas quadradas e a mais nova sensação, o "Diplomata", que trazia direção hidráulica, ar-condicionado e interior em courvin de série, a Caravan era vendida apenas na versão Comodoro.

 

                                                Em 1980 o SS sai de linha, nesse último modelo trazia faixas laterais pretas e pára-choques na cor do veículo.

 

                                                Até 1982 o Opala ainda tinha o interior igual à antiga versão e, a partir de 82, trazia um interior diferenciado, mais moderno.

 

                                                1982, também, fica marcado pela entrada do câmbio de 5 marchas para o 4cc e pela série Silverstar que contava com cores exclusivas, azul e verde metálicos para o acabamento interno.

 

Linha 1985-87

 

                                                Surge a Caravan Diplomata, com faróis auxiliares e as lanternas traseiras que, antes eram duas cores, passam a ser de 3 cores, o Comodoro não recebe essas lanternas auxiliares, mas ganha nova grade e um visual mais "limpo". Surge, também, o 6 cilindros a álcool, novas maçanetas, rodas diferenciadas para cada modelo, volante e painel com poucas mudanças e bancos mais confortáveis.

 

                                                Em 1985, também, surge, como opcional, a pintura saia e blusa (dois tons) e retrovisores mais modernos.

 

Linha 1988-90

 

                                                O Opala dá adeus à versão Coupé e surgem novos faróis com formato trapezoidal, volantes de três raios e direção escamoteável. As lanternas traseiras também sofrem mudanças e entre elas, é adicionada uma extensão.

 

                                                Uma curiosidade, também, foram os motores 250-S, disponibilizados, apenas sob encomenda, era um modelo alemão, diferente das versões anteriores.

 

Linha 1991-92

 

                                                O mito sai de linha, mas, ainda teve fôlego para inovações, como pára-choques envolventes, novo volante e câmbio de 5 marchas para a versão de 6 cilindros.

 

                                                Antes de sair de linha o Diplomata ganha a versão Collectors, onde foram produzidas, apenas, 100 unidades nas cores Azul Milos, Vermelho Ciprius e Preto Menphis. Acompanhava uma fita de vídeo, uma revista com a história do Opala e uma pasta em couro, na qual vinha um relógio, uma caneta, um chaveiro e uma carta de apresentação do veiculo. O documento vinha assinado por Richard Wagooner e André Beer, então Presidente e Vice Presidente da GM do Brasil.

 

                                                O Opala saía do mercado com 1.000.000 de unidades fabricadas...

 

 

 

Christian Anton/equipe OCM

 

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