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Instalada
no Brasil em janeiro de 1925, a Companhia Geral de Motores do Brasil S.A. --
depois General Motors do Brasil -- restringiu-se a montar e depois fabricar
picapes, utilitários e caminhões até meados da década de 60. Finalmente, a
essa época era definida junto ao GEIA, o Grupo Executivo da Indústria
Automobilística instaurado pelo governo de Juscelino Kubitschek, a produção
do primeiro automóvel Chevrolet nacional. |
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Embora diferente nos faróis e pára-choques, o Rekord C de 1967 evidencia a origem do Opala; este modelo é o sedã de duas portas, com o mesmo perfil de teto de nosso quatro-portas |
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Em
23 de novembro de 1966, em uma coletiva à imprensa no Clube Atlético
Paulistano, na capital paulista, a GM anunciava o início do projeto 676, a
semente do futuro Opala. |
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No Rekord cupê,o perfil alongado que só veríamos em 1971; os motores do modelo alemão tinham cilindrada de 1,5 a 2,2 litros, este de seis cilindros |
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Somente
em agosto de 1966 era introduzido o Rekord C, com a carroceria que os
brasileiros conhecem tão bem, embora diferente nos faróis, lanternas e
pára-choques. Oferecia versões sedã e perua de duas e quatro portas (o sedã
de duas portas tinha o mesmo perfil de teto do quatro-portas), além do cupê,
e ampla variedade de motores, todos menores que os daqui: 1,5-litro de 58 cv,
1,7 de 60 cv e de 75 cv, 1,9 de 90 cv e, a partir de 1967, o 2,2 de 95 cv,
apenas este com seis cilindros em linha.
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